100 Livros da vida – Parte II – Adolescência

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Estamos falando aqui do final dos anos 90, beirando o ano 2000, com idade entre treze e dezessete anos. Não da adolescência de hoje em dia que inicia aos 08 anos!

Nessa época, além das leituras obrigatórias para o colégio, estava fissurada nos romances dramáticos da Danille Stell. Recapitulando sua bibliografia agora, para escrever este post, lembro de ter lido pelo menos cinco livros dela:

11. Agora e Sempre
12. Tudo pela Vida
13. Relembrança
14. Jóias
15. Um só vez na vida.

Destes, o que mais gostei foi o Relembrança. Deixo aqui uma resenha que encontrei na internet, pois obviamente não me lembro da história com riqueza de detalhes para resenhar aqui. Mas lembro ser o enredo típico da Danielle Steel, uma mocinha, uma tragédia atrás da outra, até a reviravolta e o encontro do amor eterno. Para quem gosta de romance com muito açúcar e muitas lágrimas, recomendo qualquer um dos livros da Danielle. Ela é ótima na descrição dos cenários e na caracterização psicológica das personagens.

Além da Danielle, também li alguns livros do Paulo Coelho.

16. Nas Margens do Rio Piedra, eu sentei e chorei
17. Brida
18. As Valquírias
19. Maktub

Bom, o que dizer sobre isso? Eu tinha meus 15, 16 anos, achava-o interessante, mas nunca concordei com o fato dele ter ocupado uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. Destes que li, o único que me lembro bem é o Maktub, um livro pequeninninho, de capa dura azul e grafado em dourado. Na verdade nem deveria contar nesta listagem, pois se trata de uma coleção de pensamentos extraídos de outras obras do autor. Através das frases, dá vontade de ler um ou outro livro. Foi assim que cheguei até o “Nas margens do Rio Piedra eu sentei e chorei”. Hoje em dia não leio nem leria mais Paulo Coelho, porque a gente evolui, até com o que de ruim se lê por aí, mas naquela fase da vida, quando a fantasia reinava, eu gostava dos seus romances bobinhos. Como agora eu não gosto mais dele, não saberia para quem recomendar.

Além desses autores, dissecados em mais de um livro, ainda lembro de ter lido e gostado muito do “Confissões de Adolescente” (20), da atriz Maria Marianna e do “Feliz Ano Velho” (21), do Marcelo Rubens Paiva.

O “Confissões de Adolescente” depois virou peça de teatro e mais recentemente série para a TV e filme. São trechos do diário da atriz, onde ela  conta os sabores e os desamores de sua adolescência, com um “Q” de irreverência que qualquer adolescente certinha invejaria. Divertido, real e sempre atual, aborda temas como amizade, sexo, drogas e relacionamento com os pais.

Já “Feliz Ano Velho” foi uma leitura mais adulta, que fala sobre o acidente que o autor sofreu aos 20 anos, ficando paraplégico. Além do drama pessoal, a temática da ditadura no Brasil também aparece e por isso acabou sendo indicado como leitura de estudo em muitas escolas, inclusive na minha. Foi um livro que eu lembro ter me marcado, pois unia história real, drama, romance e um pouco de aventura, coisas que me agradavam muito.

Assim como na infância, com certeza li outros, mas vamos ficar com estes, que foram os mais marcantes.

Até mais, quando ingressarei na fase adulta!

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