A Trilogia 50 Tons

Oi Pessoal, pensei muito antes de escrever sobre a Trilogia 50 Tons, primeiro porque comentar um livro com conteúdo adulto já é bastante controverso, ainda mais uma trilogia. E segundo porque vi que já existiam tantos comentários, que mais uma resenha seria excesso de informação desnecessária. Porém, como estou de férias e resolvi retomar os meus blogs, comecei a escrever sobre o que é mais fácil para mim, os livros.

Comprei o primeiro volume da série por um impulso, uma curiosidade por causa de toda a repercussão que havia em torno do seu conteúdo. Sem expectativa, apenas comprei, para conhecer um gênero novo. E assim que comecei a ler, tive a mais grata surpresa. Primeiro porque discordo de quem fala que os livros são pornográficos, eles são eróticos, não pornográficos. Sobre os questionamentos quanto à escrita, acho que a autora não se preocupou com estética literária, e sim, com transmitir sentimentos e nesse quesito, todos os objetivos foram atingidos. Ao julgar um livro, temos que entender o contexto no qual ele está inserido. Esta trilogia é um romance fictício, longe da realidade de muitos, e seu conteúdo serve para alimentar a fantasia, como entretenimento, nada mais, e para isso, ele é excelente!

Sobre o conteúdo, no primeiro volume, 50 Tons de Cinza, o que se pode extrair de mais interessante é a relação entre dominador e submissa, um conceito um pouco mais distante da realidade do Brasil e da América do Sul, mas ao que tudo indica, muito mais popular nos Estados Unidos. O segundo volume, 50 Tons Mais Escuros traz um encantamento pela relação dos dois, pelo caso romântico em si. É possível entender porque a mocinha apaixonou-se pelo mocinho, mesmo conhecendo todas as nuances do seu amor dominador. Surgem novos personagens e novos acontecimentos, fora do Quarto Vermelho da Dor, que torna o livro mais empolgante do que o primeiro. Já no terceiro volume, 50 Tons de Liberdade, o que se tem é um fechamento de vários acontecimentos, a explicação para fatos que passaram nos volumes anteriores. É igualmente sedutor, mas parece que a autora perdeu um pouco do fôlego.

Li os três um na sequência do outro e fiquei com gostinho de quero mais. No final a autora parece deixar nas entrelinhas que pode haver um outro romance, de repente sobre a versão de Christian Grey da história. Seria interessante e já há muita expectativa para o filme, que espero, não estrague a essência de um romance erótico ao qual ele se propõe a ser.

Simplesmente pelo fato de tê-los lido na sequência um do outro, em um período de tempo relativamente curto, considerando todos os compromissos de trabalho e faculdade, considero recomendável para todos que sentem a necessidade de um pouco mais de fantasia em suas vidas!

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